terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Projecto Amália

Começaram por ser traços, riscos em jeito de qualquer coisa. Acho que a ideia era mesmo fazer qualquer diferença em qualquer fotografia... coisas minhas.
E depois do primeiro traço, vêm uns, outros tantos que não me cansa a mão nem a tinta da caneta.

Gosto de traçar linhas, linhas como eu as vejo... umas mais curvas que outras.
Não pretendo tirar mérito à fotografia nem às lentes que a captaram mas eu vejo outra coisa... outros traços.
Desculpem-me se vejo riscos... mas é assim esta minha arte.

Amália? Sim, foi um nome falado hoje na mesa do café.
Porque não? São só traços mesmo...







segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Há parecidos? Há sim senhora mas... não me lixem, igual nunca na vida!

Que artista filha-da-mãe, este senhor, Michael Jackson.
É com tanta pena que nunca o vi ao vivo...
E eu, que papo tudo o que é programa de talentos e danças e mais não sei o quê, nunca vi nada igual. Já vi gente muito boa naquilo que faz mas havia qualquer coisa de mágico nesta criatura... havia!

Obrigada por fazeres estas cenas do caraças!
Dá-me vontade de, agora aos 32 anos, começar uma carreira artistica... (estava a brincar, vá...).









quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Cenas da vida familiar #10

Noite:

-Queres que coloque o despertador?
- Sim, sim... para as x.


Manhã:

plimplatacabommmm plimkjcvdfgygfsbffdjfjkkkkkkmmmmm
(despertador a tocar)
Desligo o despertador, acordo e fico acordada...
25 minutos depois, continuo acordada e já vi tudo o que são noticias e redes sociais.

Mais de meia depois abre um olho... e eu digo:

- Olha o despertador já tocou há mais de meia hora.
- Não me chamaste.
- Pois para isso é que serve o despertador... ou espera, o despertador era para EU acordar para depois ser EU a acordar-TE.

Só falta dizer que quer um acordar super personalizado... eheheheh


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Inspiração Riscas

A minha pancada pelas riscas é amplamente conhecida.
Ultimamente tenho pensado muito no papel de parede para as minhas paredes brancas carentes de quadros e molduras.
A ver vamos...






















segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Coisas de Gaja - Golden Globes 2015

Os trapinhos de 2015, Globos d'Ouro.
E foi isto...

Giuliana Rancic vs Louise Roe
Querida Giuliana, levaste 15 a 0 da Louise (a meu ver, claro). 



Taylor Schilling vs Helen Mirren
Aqui está a prova de que a idade nada tem a ver com o grau de sedução.
Quando for grande quero ter metade da postura sexy mother f**** da Helen Mirren.



Jennifer Lopez vs Diane Kruger 
Less is more (amiga Lopez tens de aprender isso).



Camila Alves vs Jenna Tatum
Modelos similares mas gosto muito mais da Jenna.

Kate Hudson vs Emily Blunt
Duas míudas giras mas mais uma vez prefiro a simplicidade que traz o vestido da Emily Blunt.


Keira Knightley vs Claire Danes
Ambos estranhos (apesar da Keira estar com aquele ar de gravidinha fofinha) mas o da Claire entranha-se mais (percebi pelas imagens na TV que o vestido é composto com penas mas muito suave e com cores que ao vivo são fantásticas).


Kate Mara vs Katie Holmes
Simples que poderiam ter resultado os dois não fosse aquele cinto da Kate...


Com estas senhoras foi tudo ao lado... 




Depois temos o melhor, do melhor no seu melhor!

Lorde

Emma Stone

Sienna Miller

Leslie Mann














quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

"Haters gonna Hate"

As redes sociais têm destas coisas, sempre que há um acontecimento mediático como é o caso do que se passou na redação do Charlie Habdo e, tendo em conta o que implicou (crenças, radicalismo, a liberdade, a sátira, comédia, humor, o jornalismo, etc.) há sempre vozes que protegem, gente que se sensibiliza mas depois há a outra face, a dos que acham que há um mediatismo extremo, acontecimentos que geram massas e rebanhos.

 Li algures pelo FB isto:

"Ora bem, o jornal francês tinha liberdade de expressão tal como vc, mas para muitos o que produzia era de uma forma agressiva, para muitos outros não era, se justifica-se mortes por isso? Nada justifica mortes! Agora quanto as fotos, é o reflexo da mediatização do caso, viu-se o video, foi em França, a nossa comunicação social esta horas e horas a falar disso, e fica sempre bem nós no face mostrar-mos que somos humanistas, e colocar as fotos de perfil para ganhar uns likes, e ir atrás do rebanho, mais difícil é primeiro, a comunicação social dar destaque a outros atentados a liberdade de expressão que ocorrem pelo mundo fora, e segundo, as pessoas que colocaram as fotos desses mesmo casos e se sensibilizarem também por causas semelhantes, e também fazer de igual forma as mesmas manifestações. Mas não o fazem... Senão tornaria-se banal, porque infelizmente, tais acontecimentos que ocorrem contra liberdade de expressão, acontecem varias vezes por ano pelo mundo fora. Então que esta aqui em causa, é a força e o impacto que os midia dão ou não a uma noticia, e depois o feedback que o rebanho ( povo) da, se adere consoante a proximidade ou não do pais que acontece ou não, depois cada um, consoante o impacto que vê que pode causar uma mudança de foto ou uma frase no face, age e analise, se mostrar-se muito indignado ve que tipo de reaçoes pode gerar, se vir que gera muitos likes, então bora todos juntos, se não gera, passa ao lado porque não tem interessa. É a nossa sociedade."

Eu e,  desde já faço um mea culpa, logo cedo coloquei na minha foto de perfil a frase "Je suis Charlie". 
Porquê?
Não, não foi para obter um maior numero de likes ou para seguir a tendência, para agradar ou porque virou moda. Cada um acredita no que acredita e age em conformidade se assim o entender. Há milhares de pessoas a pensar da mesma maneira? Isso é mau?
Porque pensamos todos da mesma forma não nos deveríamos associar à causa, uma vez nobre e justa?
Dizem as mentes mais descoladas e trendy que ser cool  é estar à margem, ser do contra... contra as massas, contra as lutas comuns, contra as expressões de solidariedade. Bom, ser-se solidario, altruísta e sensível deveria estar sempre na moda. Mostrar desagrado (e repito, por mais insignificante e simbólica que seja a forma), num acto público a nossa indiferença face às atitudes macabras de seres toldados pela estupidez e desumanidade nunca, mas nunca poderá ser visto como banal.


Tomar uma atitude, por mais simbolica que seja, já significa falha na personalidade?
Que eu seja influenciável e medíocre nas minhas escolhas então!!