segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

O dia de Rei(s)

Muito pouco há a dizer face aos últimos acontecimentos... Domingo foi um dia com um acordar mais amargo.
Já se esperava por isto um dia, até porque  ninguém é eterno mas ainda assim a morte é sempre a morte.
Sou benfiquista assumida mas não sou doente, não sofro pelo Benfica... fico feliz pelas vitórias mas não choro as derrotas... mas desde ontem que me cai uma lágrima ou outra.
Nunca conheci o Eusébio, francamente acho que nem nunca o vi ao vivo, mas estou triste. Não sei se era essa tão grande pessoa de que tantos falam mas sei que foi excelente no que fez. Não sei se bebia demais ou se era completamente fascinado por mulheres, como tantos diziam... mas sei que quem gostava dele gostava a sério.
Daquilo que vi e ouvi deste Senhor... era humilde, expressava-se de uma forma simples e modesta (e por isso era tantas vezes gozado). Não, definitivamente não fazia parte de elites... mas faz parte das massas. E é desta massa de gente que o Nosso País é feito, por que no fim das contas as nossas origem são humildes, somos um povo simples e choramos quando nos dói... e por isso chorámos ontem e hoje.
Não gosto de despedidas, não gosto de dizer adeus, muito menos para sempre e as demonstrações públicas de tristeza e desgosto deixam-me assim...
Acho que até eu me sinto um pouco mais pobre... é um sentimento de vazio Nacional.









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